10/02/2009
Suicídio: quem comete perde a salvação?

Nome: TASSAT
Comentário: No suicídio intencional, sem as atenuantes da moléstia ou da ignorância, há que considerar não somente o problema da infração ante as Leis Divinas, mas também o ato de violência que a criatura comete contra si mesma, através da premeditação mais profunda, com remorso mais amplo. Atormentada de dor, a consciência desperta no nível de sombra a que se precipitou, suportando compulsoriamente as companhias que elegeu para si própria, pelo tempo indispensável à justa renovação. Contudo, os resultados não se circunscrevem aos fenômenos de sofrimento íntimo, porque surgem os desequilíbrios conseqüentes nas sinergias do corpo espiritual, com impositivos de reajuste em existências próximas. É assim que após determinado tempo de reeducação, nos círculos de trabalho fronteiriços da Terra, os suicidas são habitualmente reinternados no plano carnal, em regime de hospitalização na cela física, que lhes reflete as penas e angústias na forma de enfermidades e inibições. Segundo o tipo de suicídio, direto ou indireto, surgem às distonias orgânicas derivadas, que correspondem a diversas calamidades congênitas, inclusive a mutilação e o câncer, a surdez e a mudez, a cegueira e a loucura, a representarem terapêutica providencial na cura da alma. Apontamos, em tese, algumas das principais motivações, ao nosso modesto modo de ver, que levam o indivíduo a pensar e até mesmo cometer este desesperador ato, sabendo que outras inúmeras causas podem ser aduzidas a estas que abaixo relacionamos. 1. Falta de fé; 2. Orgulho exacerbado; 3. Desespero e tédio; 4. Desequilíbrio nervoso; 5. Desânimo com moléstias consideradas incuráveis; 6. Sugestões de encarnados ou desencarnados. A falta de fé é sem dúvida a maior responsável pela quase totalidade dos suicídios. Abraços
Enviado em: 11/02/2009 08:53:24



Nome: TASSAT
Comentário: Guarda, pois, a existência como dom inefável, porque teu corpo é sempre instrumento divino, para que nele aprendas a crescer para a luz e a viver para o amor, ante a glória de Deus. Não perde a salvação, mas sofre mais pela reeducação que deve sofrer. A incredulidade, a simples dúvida sobre o futuro, as idéias materialistas, numa palavra, são os maiores excitantes ao suicídio: elas dão a covardia moral. Quando se vêem homens de ciência se apoiarem sobre a autoridade do seu saber para procurarem provar aos seus ouvintes, ou aos seus leitores, que eles nada têm a esperar depois da morte, não os conduzem a essa conseqüência de que, se são infelizes, nada têm melhor a fazer do que se matar? Que lhes poderiam dizer para disso desviá-los? Que compensação poderiam lhes oferecer? Que esperança poderiam lhes dar? Nenhuma coisa senão o nada. De onde é preciso concluir que se o nada é o único remédio heróico, a única perspectiva, mais vale nele cair imediatamente que mais tarde e, assim, sofrer por menos tempo. A propagação das idéias materialistas é, pois, o veneno que inocula em um grande número de pessoas Ó pensamento do suicídio, e aqueles que se fazem seus apóstolos assumem sobre si uma terrível responsabilidade. Com o Espiritismo, não sendo mais permitida a dúvida, o aspecto da vida muda; o crente sabe que a vida se prolonga indefinidamente além do túmulo, mas em outras condições; daí a paciência e a resignação que o afastam naturalmente do pensamento do suicídio; daí, numa palavra, a coragem moral. Abraços.
Enviado em: 11/02/2009 08:40:22